Caminho de Santiago de Compostela - O Caminho Francês Original
sábado, 10 de abril de 2010
TRÊS DIAS!!!
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Para se preparar para Compostela
CAMINHO DA FÉ
"Caminho da Fé" é uma trilha de peregrinação, com aproximadamente 400 km de extensão, inaugurada em 11/02/2003, que vai de Tambaú, no interior de São Paulo, até Aparecida do Norte, no Vale do Paraíba/SP, atravessando a Serra da Mantiqueira, pelo sul de Minas Gerais.Inspirado no famoso Caminho de Santiago de Compostela, da Espanha, narrado pelo escritor Paulo Coelho em “O Diário de um Mago”, o caminho brasileiro foi idealizado por um grupo de Águas da Prata, liderado pelo presidente da Associação Comercial da cidade, Almiro José Grings, que percorreu a trilha européia por duas vezes. Faz parte dos objetivos do Caminho: proporcionar às pessoas que se dispuserem a percorrê-lo, momentos de reflexão e fé, saúde física e psicológica, e um passeio turístico ecológico. Aos municípios por onde passa a Rota, a meta é propiciar maior integração regional, desenvolvimento sustentável, com geração de novos empregos e oportunidades, e sua propagação no Brasil e exterior.
O Caminho do Sol, é um roteiro idealizado pelo senhor José Roberto Palma, para se criar uma nova rota turística que cruza 13 cidades do interior paulista, iniciando em Santana do Parnaíba , passando por Pirapora do Bom Jesus, Cabreúva, Itu, Salto, Indaiatuba, Elias Fausto, Capivari, Mombuca, Saltinho, Piracicaba, Ártemis, chegando em Águas de São Pedro. O percurso total tem aproximadamente 240 Km de extensão. Ele foi criado para se fazer a pé, o que levaria 10 dias. Ele é todo sinalizado com setas amarelas a exemplo da trilha espanhola e passa por áreas rurais, matas, fazendas do período colonial e quase todo caminho margeia os rios Tietê e Piracicaba.

ESTRADA REAL
http://www.estradareal.org.br/index.asp
Um dos maiores complexos turísticos do BrasilA Estrada Real foi sendo construída nos muitos anos de idas e vindas, das Minas ao litoral, desde o século XVII, em busca das riquezas. Caminhar pela Estrada Real é reviver os passos e os caminhos pecorridos pelos escravos, pelo ouro e pela história. Constituída, ainda, pelas vias de acesso, os pontos de parada, as cidades e vilas históricas que se formaram durante o passar dos homens e do tempo.Inicialmente, o caminho ligava a antiga Villa Rica, hoje Ouro Preto, ao porto de Paraty, mas pela necessidade de uma via de escoamento mais segura e mais rápida ao porto do Rio de Janeiro e, também por imposição da Coroa foi aberto um "caminho novo". A rota de Paraty passou a ser o "caminho velho", a partir do século XVIII. Com a descoberta das pedras preciosas na região do Serro, a estrada se estendeu até o Arraial do Tejuco (atual Diamantina), deixando Ouro Preto como o centro de convergência da Estrada Real.Assim se formou o complexo da Estrada Real, ou seja, mais de 1400 km de patrimônio, cercado de montanhas, natureza, cultura e arte. Conhecer a Estrada Real é reviver o passado e a história de Minas e do Brasil.Assim como as riquezas que foram extraídas da terra, venha explorar as belezas da região, a pé, a cavalo, de bicicleta ou de carro em um passeio inesquecível pela Estrada Real. São mais de 600 km de Paraty até Ouro Preto e mais de mil até Diamantina.
CAMINHO DA LUZ
http://www.caminhodaluz.org.br/index.htmlÀ pretensão foi remontar uma rota que era percorrida por tropeiros, religiosos e aventureiros na travessia dos Estados do Rio de Janeiro para o Espírito Santo, passando por Minas Gerais, e também de proporcionar à esta região uma alternativa turística, criou-se o Caminho da Luz, uma rota de peregrinação que tem início em Tombos (Portal de Minas), onde está situada a quinta maior cachoeira em volume de queda d’água do país, e é concluído no Pico da Bandeira, o terceiro mais alto do país e o primeiro mais alto acessível. A exemplo do caminho do Sol e do caminho de Santiago, há uma credencial e um certificado para os participantes.
OS PASSOS DE ANCHIETA
Os Passos de Anchieta é o nome do roteiro que reconstitui a trilha habitualmente percorrida pelo Padre Anchieta nos seus deslocamentos da Vila de Rerigtiba , atual cidade de Anchieta,. á Vila de Nossa Senhora da Vitória onde cuidava do Colégio de São Tiago, em caminhadas quinzenais que ele empreendia nos últimos anos de sua vida quando preferiu recolher-se à vila indígena nas costas do Espírito Santo que tanto lhe evocava a sua San Cristoban de Laguna, em Tenerife, nas Ilhas Canárias, onde nasceu.
A força da personalidade que seguramente foi um dos maiores nomes do Brasil no primeiro século deste país e o interesse em conhecer um de seus cenários prediletos tem atraído um público especial de várias partes do país, nos últimos anos. Seguramente a rota dos Passos de Anchieta é uma das primeiras das Américas e a primeira do Brasil. Em sua extensão original poderia ser considerada das maiores do mundo visto que se estenderia de São Paulo de Piratininga ao Recife, terreno percorrido pelos eméritos andarilhos que eram os soldados da Companhia de Jesus.
CIRCUITO DO VALE EUROPEU
http://www.circuitovaleeuropeu.com.br/
Este é o primeiro roteiro no Brasil planejado especialmente para ser percorrido de bicicleta. O trajeto foi traçado de forma a fugir das estradas de asfalto, priorizando assim as estradinhas de terra mais bonitas e tranqüilas. Todas as distâncias, relevo, atrativos culturais e ecológicos foram pensados de forma que o cicloturista tire o máximo proveito de sua estadia no Vale Europeu.
O Circuito tem um total de 300km com início e término na cidade de Timbó-SC, a cerca de 30km de Blumenau. O percurso pode ser dividido em parte alta e parte baixa. A parte baixa acompanha o vale dos rios, indo de Timbó até Rodeio. Possui subidas e descidas, é claro, mas retorna sempre a uma altitude pouco maior do que a do nível do mar. Por estas características de relevo, pode ser feito por pessoas que possuam um condicionamento físico razoável e uma certa experiência com bicicleta.
Já na parte alta, o Circuito sobe a serra em direção às represas, que ficam a cerca de 700m de altitude. É uma região um pouco mais isolada, onde a natureza está muito presente. São freqüentes os trechos em que a estradinha estreita se embrenha na mata e permite que o cicloturista fique muito próximo dos pássaros e outros pequenos animais. O relevo é mais acentuado e exige um bom preparo físico para enfrentar alguns desafios como os longos trechos de subida, e uma certa experiência em cicloturismo, uma vez que o roteiro cruza locais menos habitados. Embora seja destinado especialmente ao cicloturismo e não a peregrinação a pé, também tem uma credencial e um certificado de conclusão.

quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Gazeta do Povo
Gazeta do Povo, Caderno Turismo, 20 de setembro de 2007.
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
Como seguir pelo caminho?
ongo... no nosso caso, que saímos de Saint Jean Pied du Port, França, foi de 900 km. Como seguir num caminho tão longo sem se perder? No nosso caso passamos por mais de 100 diferentes cidades... de 5 a 10 km entre elas repletos de bifurcações. Em cada cidade o caminho passa pelo albergue - em algumas são dois ou três - passa pelo centro de turísmo, quando existente, passa pela praça central e pela igreja matriz... ufa!. Imagine quantas esquinas dentro da cada cidade... quantas curvas temos de fazer, quantas escolhas e decisões de que caminho seguir... vezes 100 cidades... vezes 900 km... faça as contas... quantas oportunidades de se perder e ir parar lá em Ibiza... o que pode ser bem interessante afinal.
origem para a caminhada. Mas como não estamos no antigo império Romano, onde todos os caminhos conduziam a um só destino, como fazer para ter certeza que estamos indo na direção certa?
uma concha, um sinal indicativo que nos mostra qual a rota certa. 
preocupamos... - será que erramos o caminho? - logo aparece o marco salvador indicando que estamos no caminho certo. Ele está lá... na parede, no postinho de cimento, feito de pedras, na concha colocada no calçamento, na flecha pintada no meio-fio... ele está lá. Se você percorre muito tempo sem ver algum deve voltar e refazer o caminho... em algum lugar você errou o caminho e vai ver a seta discreta que passou desapercebida.

quinta-feira, 17 de maio de 2007
Credencial de Peregrino
Já recebemos nossas credenciais de peregrinos. Elas são emitidas em vários pontos no próprio caminho, tais como albergues e igrejas, bem como em postos avançados nos países de origem dos peregrinos, como em nosso caso. As nossas foram oferecidas pala Associação De Amigos Do Caminho de Santiago, localizada em São Paulo.
LIVRO DO DIA
Hoje vou falar do livrinho "Surpresas do Caminho de Compostela" de Rui Padilha Ramos. Bem...
ele tenta... quase acerta, mas fica tentando tanto que não consegue... ficou ruim de entender? Então vamos lá. Ele tenta ser um guia, dando "dicas", mas é tão superficial que não serve para tal. Não compre com este propósito. Ele tenta ser um livro de viagem, mas a história não envolve, faltou algo que prenda, que nos faça querer saber mais dos personagens. Mas vamos ao lado positivo: Ele fez o caminho, tem quem desista. Ele fez o livro, a maioria não faz nem isso. Ele dá algumas dicas boas (entre outras mediocres: "Alongamento após a caminhada é fundamental"... !?!?! "Leve uma garrafa de água para placar sua sede"... !?!?!?!) No entanto, tirando os guias, este é um dos livros com o maior número de dicas bem objetivas. Ponto para o autor. Gostei de saber que Astorga tem um palácio feito por Gaudi, sobre o albergue das beneditinas de León, sobre a qualidade do restaurante do Manolo que já foi comentado por outros autores e sobre a fonte de Irache, que serve vinho aos peregrinos mais "borachos". Outro ponto positivo é a grande quantidade de fotos, que deve estar lá para compensar o baixo número de palavras, mas que, enfim, talvez digam muito mais que estas.
Abraços.
Rubens Bürgel
terça-feira, 15 de maio de 2007
Duas semanas
Esta semana eu li o livro da Lúcia Amaral de Oliveira Ribeiro, "Histórias de uma peregrina - Santiago de Compostela e outros caminhos". Olha... não é ruim não. Tem uma boa parte introdutória com várias curiosidades do caminho, o que é uma raridade nos livros de relatos de viagens. Passado isso a autora entra na sua história do caminho que é a mais abreviada que já li. Aí eu tenho de ser cruel e dizer que é muito pouco instrutivo. Dá uma ou outra dica de igrejas e albergues, mas conta tudo que se passou tão abreviadamente que nem dá para se envolver com sua história pessoal. Ou seja, a segunda parte não serve como guia nem como história de uma peregrina. Mas, considerando o baixo custo, o bom acabamento, a primeira parte e as poucas dicas... pode comprar.Gostei das dicas da Pedra da igreja de Padron, antiga Iria Flávia, que serviu para amarrar o barco que trouxe os restos mortais de São Tiago, da hospitalidade de Pablito de Azqueta, sobre quem já havia lido, o que reforçou minha crença de que o cidadão é simpático mesmo, da igreja de Santa Maria la Blanca, em Villacazar de Sirga e do Monastério de Samos.
Até a próxima.
Abraço
Rubens Munhoz Bürgel
sábado, 5 de maio de 2007
Faltam 25 dias!
Márcio, Rubens, Nicolau e Eduardo
